Single de Johnny Ramos no Top da…

O regresso aos lançamento…

GRUPO KASSAV EM ANGOLA E PELA PR…

O grupo Kassav com mais d…

Calema: “Pretendemos levar o álb…

A dupla Calema, composta …

Neide Sofia dispensa convites pa…

Neide Sofia declinou um c…

Fundos do show dos dez anos de c…

C4 Pedro, um dos mais inf…

Dj Dias Rodrigues junta artistas…

O Dj Dias Rodrigues vai j…

Os Dream Boys vão sair da Bom So…

Os membros do grupo music…

Novo projeto social leva Neide a…

A cantora e bailarina Nei…

Onde está o coração de Matias Da…

«Onde está o teu coração …

Pedro é o destaque no festival d…

O músico angolano C4Pedro…

«
»
SIGA-NÓSTwitterFacebook

Familia dos Santos em queda livre: Foi retirado ao Zenu o controlo sobre o Fundo Soberano

O Presidente da República, João Lourenço, retirou de Filomeno dos Santos “Zenu”, o controlo directo sobre o Fundo Soberano de Angola (FSDA), de 5 biliões de dólares.
Nomeado para o cargo de presidente do conselho de administração, em 2013, pelo pai, então presidente da Republica, José Eduardo dos Santos, em substituição de Armando Manuel, Zenu ainda é o director executivo, mas agora tem que reportar à Secretária de Estado de Orçamento e Investimento Público, Aia Eza Nacília Gomes da Silva, que, por sua vez, reporta ao ministro das Finanças, Archer Mangueira. Esta informação, consta de um memorando emitido pelo chefe de gabinete da Mangueira, Carlos Pinto, informa o jornal “Africa Confidential”.

Essa nova estrutura é a estratégia adoptada pelo executivo de João Lourenço para resgatar as instituições do Estado dos filhos de José Eduardo dos Santos, e salvaguardar o interesse nacional, sem aumentar a tensão já existente entre o novo e o antigo presidente. Essa estratégia é uma reflexão do que aconteceu com a irmã de Zenu, Isabel dos Santos, Presidente do Conselho de Administração da Sonangol, que agora reporta directamente ao Secretário dos Petróleos, Carlos Saturnino Guerra Sousa e Oliveira, despedido da Sonangol por Isabel dos Santos, escreve a mesma fonte.

A dissolução do GRECIMA e, a exoneração, logo a seguir, de Manuel Rebelais, Valter Filipe e Carlos Sambula – todos conotados como próximos do antigo presidente da República – foram outras medidas tomadas pelo executivo com objectivo de acabar com o monopólio dos filhos de José Eduardo dos Santos nos sectores de comunicação, telecomunicação, diamante e dos dólares.

Manuel Rebelais, facilitava através da GRECIMA a canalização de fundos públicos para a Semba Comunicação, empresa pertencente a Tchizé e Coreón Dú, que domina o sector de comunicação social em Angola (falaremos sobre esse assunto num outro artigo).

Valter Filipe acusado por João Lourenço de favorecer alguns grupos empresários, durante o discurso sobre o estado da Nação, foi mantido no cargo por José Eduardo dos Santos, a pedido dos seus filhos, através de quem detinham o monopólio dos dólares. A Isabel através de múltiplos bancos onde detém participações. A Tchizé, Coreón Dú, e um meio irmão Tito ‘Tilucho’ Mendonça e Sergio Neto através do Banco Prestigio, criado por estes em 2015.

A exoneração de Carlos Sambula da Endiama visa acabar com o monopólio de Isabel dos Santos na comercialização de diamantes angolanos.

“Fontes próximas dos filhos de José Eduardo dos Santos, revelaram ao “AC” que os mesmos não esperavam que João Lourenço lhes fosse mexer assim tão cedo”.

Entende-se que por esta razão, “numa tentativa de tudo ou nada” Isabel de Santos procura redimir-se do ‘pecado capital’ que cometeu, quando no princípio do mês de setembro, dia 6, decidiu não comparecer, enviando um representante, na reunião convocada por João Lourenço, com representantes de várias empresas que operam no sector petrolífero, acto que a deixou “fora de jogo”.

De acordo com uma notícia veiculada pelo jornal “Correio Angolense”, que cita “fonte segura” Isabel dos Santos esteve reunida durante 20 minutos, a seu pedido, sexta-feira, 3 de novembro, com o ministro dos Petróleos Diamantino de Azevedo, um acto considerado inédito, visto que é a primeira audiência que a PCA da Sonangol tem com o ministério de tutela, desde que assumiu o cargo em julho de 2016, escreve o jornal.

Este acto de Isabel dos Santos, é entendido como sendo uma tentativa de aproximação, de alguém que deliberadamente decidiu desafiar o novo titular do poder executivo.

O mais agravante, é que Isabel dos Santos nunca tomou posse, cita “Correio Angolense. O mesmo jornal escreve ainda que, “João Lourenço negou o pedido de José Eduardo dos Santos para empossar a sua filha”, alegando que não foi ele que a nomeou.

Isso significa que todos os actos praticados por ela, desde que assumiu o cargo, são tecnicamente anuláveis. todos os trabalhadores despedidos, podem disputar em tribunal a ordem de despedimento por falta de competência e reaver seus empregos e mais.

Por outro lado, na qualidade de operadora e concessionária, cria muitas incertezas junto aos operadores, fornecedores e compradores sobre a validade dos compromissos e contratos assinados com a petrolífera estatal.

No quadro actual, João Lourenço tem duas opções: (1) empossar Isabel dos Santos e automaticamente convalidar todos os actos praticados por ela, ou por uma razão estratégica e de interesse nacional (2) nomear e empossar um novo PCA que selectivamente vai validar os actos praticados por Isabel dos Santos, desde que não firam os interesses do Estado angolano, e anular tudo que foi feito com base em interesses pessoais.

Noticias

Musica

Eventos

Reporter Famastar

SOBRE NÓS