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“Participação da juventude nas eleições é determinante”

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João Lourenço chamou a atenção da classe juvenil angolana para as suas responsabilidades referentes às tarefas eleitorais e o desenvolvimento
sócio- económico do país.

O cabeça de lista e candidato do MPLA a Presidente da República, João Lourenço, considerou ontem, no Dundo, província da Lunda Norte, determinante a participa-ção dos jovens nas eleições gerais previstas para Agosto próximo, tendo apelado à sua aderência massiva.
João Lourenço, que fez este pronunciamento na jornada de abertura do Campo de Férias dos estudantes Universitários (Canfeu 2017), enfatizou que será pela
forma como os jovens irão votar massivamente nessas eleições da nossa sociedade, as nossas empresas, de tal ordem que consigamos colocar todas aquelas riquezas
ao serviço do desenvolvimento, da prosperidade e do bem-estar dos angolanos”, alertou.
Sobre o evento que reúne cerca de mil e 500 jovens universitários das 18 províncias do país e da diáspora, referiu que contribui não só para o melhor aproveitamento do período de férias com a realização de actividades recreativas, culturais, desportivas, de educação patriótica e outras,
como também para o reforço da unidade nacional.

Reacções ao discurso
A respeito do discurso, o jovem Elche Almeida, membro do Comité Provincial da JMPLA no Cuanza Sul, disse a RFS ter sido um discurso pertinente no atual contexto do país, em que fala de forma aberta e clara sobre os projectos para o país que contarão com a participação da juventude angolana.
“É, de facto, um discurso que eu esperava porque fala de forma aberta e clara sobre o problema real da juventude e do país que devemos corrigir”, frisou. Concordou igualmente ser necessário que os jovens continuem a apostar na formação não só académica, mas técnico-profissional, com vista a assegurar o desenvolvimento do país. Por seu turno, os militantes
Francisco Manuel e Paula Piedade, da JMPLA em Luanda e Malange, respectivamente, dizem convictos de que João Lourenço é o candidato certo para levar o país ao desenvolvimento e respondem positivamente ao apelo à participação nas tarefas eleitorais e pós eleitorais.
Em relação à juventude, dizem ser um candidato que se preocupa com este sector da sociedade, aconselhando-os a dedicarem-se aos estudos para adquirirmos conhecimentos que lhes possibilitará assumir responsabilidades.

O CANFEU é uma promoção do Secretariado Nacional da JMPLA e visa mobilizar a juventude estudantil do ensino superior no sentido de contribuir nas ações
de desenvolvimento e promover a troca de experiências entre os estudantes angolanos. Este ano alberga cerca de mil e 500 jovens universitários das 18 províncias do país, assim como de outros provenientes da diáspora.
“Sendo os jovens a maioria da população angolana, podese dizer que a vossa participação nas eleições é determinante e por isso o destino do país está nas vossas mãos”, frisou.
O político referiu que “o MPLA deposita grande confiança no passado e no papel e capacidade do jovem angolano, que soube sempre assumir um papel de vanguarda nos processos de transformação atravessados pelo país”.
“Foram os jovens que engrossaram as fileiras da luta de libertação nacional e lutaram pela manutenção da soberania nacional.

São os jovens hoje que constituem a principal força de trabalho nas diferentes frentes desta fase de reconstrução nacional.
Acreditamos que continuaremos a contar com a força e a inteligência da juventude para o desenvolvimento da nossa economia, tarefa que nos espera na
missão de construir uma Angola melhor”, sublinhou. Durante a sua intervenção ante milhares de jovens nesta actividade realizada anualmente pela JMPLA, João Lourenço exortou aos jovens a apostarem na formação de modo a participarem nos desafios presentes do país, assentes do desenvolvimento económico.
“Vamos investir no homem angolano e acreditar nele como o principal agente de transformação do nosso país. Eis a razão porque nós exortamos a se dedicarem aos estudos, adquirindo os conhecimentos necessários para assumirem as responsabilidades que vos esperam no projecto da nação, promovendo o desenvolvimento humano e a qualidade de vida dos angolanos, erradicar a fome e a pobreza, criando mais emprego”, frisou. Reiterou ser o principal desafio do seu partido trabalhar na
organização de uma economia focada na diversificação, no aumento da produção interna, de bens e de serviços que esbatem as assimetrias regionais ainda existentes, que promova a geração de mais emprego, tarefas para as quais deverá contar com quadros qualificados e preparados.
Acrescentou ser este o propósito do investimento que o MPLA vem realizando seriamente na formação de quadros e vai continuar a fazê-lo com um maior grau de exigência na qualidade dos formadores, com mais exigência na qualidade dos formados.

Segundo referiu, para o MPLA a aposta no ensino superior e na formação técnico-profissional de qualidade é a chave para o aumento da eficiência dos bens e serviços, para o mercado de trabalho, do desenvolvimento do sistema financeiro, do desenvolvimento científico, tecnológico e da inovação.
Para tal, será necessário criar-se um modelo de ensino superior que esteja em condições de competir no contexto regional e internacional e que dê resposta à
crescente demanda do mercado de trabalho.
“Jovens, para combater o subdesenvolvimento, a fome e a pobreza, não temos de clamar por mais terra, por mais recursos naturais ou ainda por melhor clima
porque tudo isso temos em abundância. Temos de apostar naquilo que nos falta: a formação dos técnicos e quadros superiores e não só, em qualidade e quantidade
suficientes para organizar.

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