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Reino Unido quer cooperar com Angola no combate ao terrorismo

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O Reino Unido quer cooperar com Angola no combate ao terrorismo, fenómeno que pode ser destruído com o exercício de uma governação, disse, em Luanda, o vice-ministro para a Commonwealth, África e Médio Oriente britânico.
Tobias Ellwood, que realizou, na segunda-feira, uma visita de algumas horas a Luanda, foi recebido pelo ministro da Defesa de Angola, João Lourenço.

À saída da audiência, o governante britânico, citado hoje pelo Jornal de Angola, referiu que o Reino Unido integra os países que lutam contra grupos terroristas na região do Médio Oriente, Somália e Nigéria.

Segundo Tobias Ellwood, é importante que os Estados trabalhem juntos para derrubar o extremismo, onde quer que exista, defendendo a necessidade de um maior controlo sobre a internet, para que a mesma não seja usada por jovens para fins que levem ao extremismo.

Acrescentou ainda que é fundamental que os países de África e do Médio Oriente tenham bons governos, porque a inexistência de boa governação deixa determinadas áreas expostas ao risco de facilmente serem exploradas por ações de terrorismo.

O governante britânico defendeu ainda que é necessário apoiar o desenvolvimento desses países e evitar-se o perigo do extremismo.

Relativamente à situação política na República Democrática do Congo, Tobias Ellwood realçou a importância da realização de eleições, sublinhando que o país vizinho de Angola tem muitos desafios.

“E se o processo eleitoral não for organizado, as eleições não são justas. Temos de ter a certeza de que este processo é conduzido o mais rapidamente possível e as eleições possam ter lugar”, referiu.

Durante a sua estada em Luanda, o vice-ministro britânico reuniu-se com o secretário de Estado do Ministério das Relações Exteriores, Manuel Augusto, tendo expressado no final do encontro a disponibilidade do Reino Unido para cooperar nas áreas de agricultura, educação, infraestruturas, finanças e defesa.
A visita a Angola visou abordar com as autoridades angolanas oportunidades de investimento, com a saída do Reino Unido da União Europeia.

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